Culto é invadido por extremistas hindus
India - A agência International Christian Concern (ICC) foi informada que extremistas hindus atacaram cristãos durante o culto de domingo, dia 10 de janeiro, em Hyderabad, Índia.Supostos integrantes do grupo Bajrang Dal invadiram o culto da igreja Glória do Céu e atacaram os cristãos presentes no culto. Cerca de oito cristãos ficaram levemente feridos.Os extremistas também alertaram o pastor e membros da igreja a pararem de pregar na área, ou enfrentariam graves consequências.As vítimas registraram uma queixa na delegacia de L.B. Nagar, e os policiais foram imediatamente para a igreja. Todos os envolvidos foram chamados à delegacia na segunda-feira, 11 de janeiro, em que o inspetor sugeriu uma reunião com o líder do vilarejo para resolver a tensão entre os dois grupos.Após a reunião, os líderes cristãos expressaram sua preocupação quanto a futuros ataques.
Tradução: Missão Portas Abertas
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Liberdade religiosa: uma bandeira ausente no cenário mundial
BRASIL - A imprensa nacional tem dado grande destaque ao interesse do Brasil, via Itamaraty, em assumir um papel de protagonista no Oriente Médio, mediando negociações de paz entre Israel e Palestina e interferindo nas negociações nucleares com o Irã.O tema tem gerado muita controvérsia e não faltam opiniões favoráveis e contrárias às pretensões diplomáticas brasileiras. Sem desprezar a importância do desarmamento nuclear para a humanidade, é interessante imaginar que esforços semelhantes poderiam ser feitos pelos governos dos países chamados “democráticos” junto aos governantes de países em que a liberdade religiosa é sistematicamente desrespeitada. Como, aliás, é o caso do Irã – e da Coreia do Norte, Índia, Paquistão e outros que se destacam quando o assunto são as ameaças nucleares e também no quesito perseguição religiosa.Possivelmente, a maioria dos cristãos brasileiros se sentiria orgulhosa ao ver nossos líderes nacionais chamando a atenção de líderes iranianos e norte-coreanos para a necessidade de que se respeitem os direitos de seus cidadãos, permitindo-lhes professar livremente sua religião; confrontando líderes indianos e paquistaneses para que protejam as minorias religiosas. Um chamado para a Igreja LivreSeria realmente um motivo de grande alegria se isso acontecesse. Mas não é aconselhável esperar que isso se torne realidade para que algo seja feito em favor dos irmãos em Cristo que sofrem por causa da fé. Os cristãos da Igreja Livre são a única voz com que os cristãos perseguidos podem contar. Cada pessoa que se entende como parte do Corpo de Cristo é chamada a “chorar com os que choram”, a “levar as cargas uns dos outros”, enfim, a colocar-se ao lado dos que sofrem injustiças e suportam maus tratos por amor a Cristo.Se cada cristão livre fizesse a sua parte, não seria utópico imaginar que, ao lado das nobres causas do desarmamento nuclear e da paz no Oriente Médio, a Igreja faria tremular também a bandeira da liberdade religiosa para todos.
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Pastora e filha são assassinadas
FILIPINAS - Três meses após o massacre de mais de 20 jornalistas cristãos em uma ilha na região das Filipinas, uma pastora e sua filha de 12 anos foram brutalmente assassinadas por homens não identificados em Datu Odin Sinsuat, Manguindanao, no dia 3 de fevereiro de 2010.De acordo com o delegado Ronaldo Patricio, Juliet Catalan, 50, uma pastora do grupo de igrejas Born Again, foi encontrada nos fundos de sua casa, com diversos ferimentos na cabeça e corpo.Patricio e Datu Odin Sinsuat, o chefe de polícia, disse que a filha de Catalan, Chelle, foi encontrada morta na sala.Enquanto isso, o periódico Philippine Daily relatou que os dois assassinatos ocorreram por volta das 21h, quando os vizinhos avisaram a polícia sobre o que descreveram ser “gritos incomuns” dentro da casa de Catalan, em Barangay Dinaig.Patricio disse que não há indícios de arrombamento, então a polícia acredita que as vítimas conheciam o(s) criminoso(s).Com base nos ferimentos das vítimas, a polícia afirma que a arma do crime foi um machado.Na parte de trás da casa está localizada a capela da igreja Born Again, para onde, aparentemente, a pastora estava indo orar.“Ela foi encontrada perto da capela”, afirmou Patricio, indicando que ela correu para lá durante o ataque.Os pertences pessoais estavam despedaçados dentro da casa, então a polícia desenvolveu a teoria de que os suspeitos procuravam alguma coisa.Essa região da ilha tem o maior número de incidentes de cristãos perseguidos que realizam algum trabalho missionário. Também é nessa região que um suspeito explodiu uma granada enquanto visitava missionários cristãos de MV Doulos. Há também relatos de sequestros de pastores e missionários.
Tradução: Missão Portas Abertas
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Haiti e EUA discutem futuro de missionários presos
HAITI - Dez missionários batistas americanos foram acusados de retirar ilegalmente 33 crianças do Haiti e por isso o destino deles está em discussão pelos governos dos EUA e daquele país caribenho, conforme anunciou a secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton. A notícia foi publicada em vários sites na semana passada. As autoridades do Haiti irão decidir essa semana se processarão ou não os missionários, detidos na sexta-feira, dia 29/01. A detenção aconteceu na fronteira com a República Dominicana, quando o grupo de crianças estava em um ônibus com os missionários. Os missionários apresentaram as crianças como sendo órfãs do terremoto.Segundo o site da agência de notícias Reuters, a secretária americana disse que Washington mantém "discussões com o governo haitiano sobre a disposição apropriada do caso deles". Os missionários negam veementemente as acusações de tráfico infantil, e dizem que sua intenção era apenas ajudar as crianças.Os missionários do Idaho não tinham documentos autorizando-os a retirar as crianças do país. O advogado dos missionários, que é haitiano, afirmou que seus clientes "foram vítimas de um golpe" promovido por um pastor local, que lhes contou que seu orfanato havia sido destruído e que não tinha mais como manter as 33 crianças. O site traz a declaração do advogado de defesa afirmando que os missionários americanos foram ingênuos e que não tinham idéia do que estavam fazendo. “Eles agiram de boa fé”, afirmou o advogado, Edwin Coq.
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