quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Palavra de Missões

PORQUE MISSÕES

“Missões” tem sido a palavra mais ouvida atualmente em nossos círculos. Não seria um exagero, perguntam alguns? Por que se fala tanto em missões, ultimamente? Talvez a pergunta deveria ser: por que não se falou mais em missões anteriormente? O espírito missionário precisa caracterizar a Igreja se ela quiser ser igreja de Cristo. Não se concebe uma igreja viva, dinâmica e crescente, sem o espírito missionário. Ele faz parte da própria natureza da igreja, como agente do reino de Deus. Propagar as boas novas do Evangelho, ser o sal da terra e a luz do mundo, influenciar a sociedade, tudo isso é tarefa da igreja como corpo vivo, como agente transformador. A igreja é enviada ao mundo por Cristo assim como Cristo foi enviado ao mundo pelo Pai. É o que se entende por “apostolado da igreja”. Jesus disse na Sua oração sacerdotal: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo” (João 17:18). Por isso, queremos dar algumas respostas à questão em epígrafe: Por que Missões?
1. Porque é um mandamento de Cristo Os mandamentos de Cristo não são sem propósito nem arbitrários. Eles têm uma razão, uma finalidade. Mas isto será visto depois. Aqui queremos apenas estabelecer o argumento de que não nos cabe discutir uma ordem superior. Se ensinamos aos nossos filhos que não é legítimo questionar ordens de superiores, sejam dos próprios pais ou de professores, patrões, governos, etc, porque a autoridade sobre nós constituída é ministro de Deus (Rm 13:1-2; Ef 6:1-2, 5-7, etc), com que direito podemos questionar um mandamento emanado do próprio Senhor da igreja? Aos apóstolos e discípulos Seus, Jesus disse: Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século (Mt 28:19-20). É verdade que esta ordem foi dada primeiramente aos apóstolos e alguns dos aspectos nela envolvidos dizem respeito mais particularmente a eles, como os que iriam estabelecer a igreja neotestamentária e dar-lhe organização formal. Batizar os primeiros discípulos e ensinar-lhes “a guardar todas as coisas” que Jesus tinha ordenado só os apóstolos poderiam fazer, porque só eles receberam essa autoridade e só eles receberam de Jesus os ensinamentos, tanto aqueles que Ele lhes tinha dado pessoalmente, durante Seu ministério terreno, como os que deu mais tarde, por revelação do Espírito Santo, para que escrevessem as Escrituras do Novo Testamento. Jesus tinha prometido isso a eles, conforme João 14:26: mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” e 16:12-14: Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar. Os apóstolos estabeleceram a igreja com oficiais e governo e a implantaram em, praticamente, todas as regiões do mundo conhecido. Não só nos campos mencionados em Atos dos Apóstolos e nas epístolas, mas conforme a tradição, em vários outros lugares como a Índia, a Etiópia, etc, etc. A partir dos apóstolos, o trabalho missionário passou a ser função essencial da igreja, parte da sua própria natureza. É interessante que não encontramos os apóstolos dando um outro mandamento, semelhante ao de Cristo, em seus escritos. Encontramos sim, o testemunho de que estavam cumprindo a sua tarefa de “pregar”, porque esse foi o mandamento que receberam (cf. At 5:42; 16:6; Rm 15:20; 1 Co 1:17; 9:16; 2 Co 2:12; Ef 3:8, Tt 1:3etc.). Mas nem por isso a igreja do período apostólico deixou de ser missionária. Em Atos 8:4 lemos que, entrementes, os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra. A igreja não precisou de outro mandamento. Entendeu que aquele, dado aos apóstolos, se aplicava a ela também e apenas seguiu o exemplo dos que iniciaram e estabeleceram esse trabalho. Isto também não quer dizer que os apóstolos não ensinaram a igreja sobre a sua tarefa de agente do Reino. Paulo ordenou a Timóteo que ensinasse a homens fiéis que pudessem, por sua vez, ensinar a outros: E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros ( 2Tm 2:2). É assim que a igreja vem aprendendo e transmitindo o ensinamento de Cristo. Pedro disse que nossa tarefa, como raça eleita e sacerdócio santo, é proclamar as virtudes de Deus: Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pd 2:9). A igreja só pode cumprir sua tarefa de ensinar a outros e proclamar as virtudes daquele que a redimiu se estiver presente entre os homens, em todos os lugares, e essa presença se faz através da sua expansão. E a sua expansão foi o motivo da ordem “Ide e fazei discípulos de todas as nações”.
2. Porque é um meio de se chegar à fé e de expandir a igreja A Bíblia diz que os que invocarem o nome do Senhor serão salvos, mas diz também que para alguém invocar precisa primeiro crer e que para alguém crer precisa primeiro ouvir e que para alguém ouvir é preciso haver quem pregue e que para haver quem pregue é preciso haver quem envie (Rm 10:13-15). É a cadeia da evangelização e da obra missionária. Na base dessa cadeia está o Senhor Deus, que enviou o Senhor Jesus, que enviou a Sua igreja, que envia os seus pregadores. Este é o caminho de Deus para trazer os Seus escolhidos à fé: a pregação. A pregação pressupõe um pregador e um pregador pressupõe uma igreja que o envie. Só a igreja do Senhor Jesus pode enviar pregadores. Só ela tem essa legitimidade. Por isso, missão é tarefa da igreja. Foi assim desde o princípio. Primeiro a igreja, partindo de Jerusalém, se fez presente em Samaria, através do evangelista Filipe e dos apóstolos Pedro e João (At 8:5-14), depois em Antioquia, através de Barnabé e Paulo (At 11:22-26) e de Antioquia ela se espalhou para as outras regiões da Ásia e Europa (At 13:2-4), já nos dias apostólicos. A igreja, no seu sentido espiritual, está presente onde quer que se encontre um de seus verdadeiros membros. E ali está também o testemunho e o anúncio da verdade de Cristo, conforme Atos 8:4. Muitas igrejas começam assim, com o testemunho e trabalho de evangelização de um só crente. Mas, para que o trabalho seja estabelecido e confirmado, é preciso que a autoridade eclesiástica, devidamente reconhecida, se faça presente ali. Foi assim nos primeiros dias, conforme vimos acima. E tem sido assim, em todos os tempos. Se hoje temos a igreja estabelecida em nosso país foi porque ela saiu de suas fronteiras. Primeiro de Jerusalém, depois da Palestina, depois da Ásia, depois da Europa, e depois da América do Norte para chegar até aqui. E se hoje cremos, é porque alguém atravessou fronteiras e cruzou mares para nos trazer o evangelho. Este é o propósito de missões. Nossas fronteiras não podem ser apenas as dos estados de nossa federação. O mandamento inclui “todas as nações”. Nossa visão não pode ser menor do que a dos apóstolos e discípulos de Cristo. É assim que as pessoas ouvirão e chegarão à fé, como ouviram em Samaria, em Antioquia, em Salamina, em Pafos, etc., etc.. Este é o caminho que Deus escolheu para trazer os homens à fé.
3. Porque é um meio de se fortalecer a igreja local Um grande engano, provocado por nossa falta de fé, é pensar que se nos dedicarmos à obra de missões, estaremos enfraquecendo o trabalho local. Estaremos “desviando” verbas que poderiam ser aplicadas em obras necessárias e até urgentes em nossas próprias igrejas. A experiência tem demonstrado exatamente o contrário: que igrejas que se concentram em si próprias e não têm visão da obra missionária acabam se enfraquecendo. A razão é que não estamos lidando com números e pessoas, apenas. Estamos lidando com fatos e questões espirituais. Uma igreja que não tem visão missionária não é uma igreja fiel. Não está cumprindo o seu propósito como igreja. E uma igreja infiel perde as bênçãos que Deus tem prometido. “Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também (Lc 6:38) é o mandamento de Cristo. Se isto é verdade no nosso trato com os homens, conforme a aplicação de Cristo nesta passagem, quanto mais com respeito àquilo que fazemos em obediência ao Senhor! Claro que não estamos dizendo que os recursos que devem ser destinados aos fins locais, como dízimos e ofertas específicas, devam ser “desviados” para a obra geral de missões. O que queremos dizer é que não estamos fazendo tudo, quando nossa contribuição e interesse se concentram apenas na obra local. O que muitas vezes percebemos é que aqueles que se recusam a ver os privilégios do envolvimento na obra missionária também não têm em alto conceito a obra local, nem um grande interesse nela. Enganam-se os líderes que pensam que fazer divulgação ou apelo em favor da obra missionária em suas igrejas, ou pedir que outros façam, vai tirar o interesse e a visão do trabalho local. As duas coisas geralmente andam juntas. Um crente interessado em missões e despertado para as suas responsabilidades nesse setor vai ser um crente operoso e interessado também na obra local. E, certamente, vai ser um crente abençoado com recursos materiais para contribuir para ambas as causas. Temos visto ministros que levam suas igrejas a se envolver intensamente com a obra missionária e, nem por isso, suas igrejas têm sofrido. Pelo contrário, elas têm se tornado mais vivas e até com maiores recursos financeiros. Todos os recursos vêm do Senhor e Ele no-los dá, quando nos dispomos para a obra.
4. Porque é um meio de se exercer o ministério da misericórdia Nosso Departamento Missionário tem igualmente recebido e enviado donativos em espécie, como roupas, sapatos, remédios, material escolar, brinquedos, etc, para atender a algumas das necessidades de nossos irmãos mais carentes. É forçoso reconhecer que temos feito muito pouco ou quase nada nesta área. Só aqueles que visitam os campos podem dizer em que condições de necessidade vivem alguns dos nossos irmãos. Roupas e sapatos que são enviados das nossas sobras são recebidos como preciosidade por aqueles que nada têm. Ouvimos que, em certo lugar, dois irmãos se revezavam na freqüência aos cultos dominicais, um de manhã e o outro à noite, porque eles tinham apenas uma camisa para ambos. Fatos como esses nos comovem e nos envergonham! A Bíblia diz: compartilhai as necessidades dos santos (Rm 12:13). Mas como vamos “compartilhar” sem conhecer quais são essas necessidades? E como vamos conhecer se não estivermos envolvidos? Quando Paulo levantou a coleta para os pobres de Jerusalém, contou à igreja comparativamente rica de Corinto a experiência que tivera com respeito às igrejas da Macedônia (Filipos, Tessalônica e Beréia). Por serem pobres ele quis poupar essas igrejas da contribuição. E sabem o que ele diz: Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia; porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade. Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus (2 Co 8:1). Este é um exemplo de voluntariedade e amor aos irmãos. E o segredo desse amor está na última afirmação de Paulo: E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus. Dar-se primeiramente ao Senhor é o segredo da voluntariedade e da generosidade. Quando consideramos quanto o Senhor nos tem dado e quando reconhecemos que tudo o que somos e temos vem dEle, não nos sentimos constrangidos a compartilhar do que temos com nossos irmãos? Fazendo isto estamos fortalecendo a nós mesmos, à nossa igreja local e à obra geral da denominação, pois como lemos em Hebreus 6:10, Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos. É interessante notar que, com aquela oferta levantada entre as igrejas fundadas pela obra missionária, a Igreja de Jerusalém, que era pobre, estava recebendo dividendos materiais do seu próprio trabalho. Era a igreja local sendo beneficiada pelo fruto de sua visão missionária. “Dai, e dar-se-vos-á”. Nossos campos já estão produzindo um retorno do investimento neles feito. Vários ministros que hoje servem à Igreja no próprio Departamento são fruto do trabalho de missões. Investir em missões é investir na própria Igreja. E esse investimento incluiu também a identificação com nossos irmãos em suas necessidades materiais. Estas são, dentre outras, algumas das razões porque a Igreja precisa envolver-se em missões. Elas fazem parte de sua própria natureza e são essenciais à sua subsistência, como Igreja de Cristo. Cumprem o mandamento do Senhor, trazem os eleitos à fé, promovem o crescimento da igreja local e nos levam a simpatizar-nos com os que sofrem, fazendo-nos sentir como membros de uma mesma família.

Liberdade de Expressão

A legalização do aborto no Brasil: amar ou odiar

A legalização do aborto é assunto que vem dividindo e muito as opiniões na sociedade brasileira:
As opiniões são divididas: de um lado, grupos que apóiam a vontade e a decisão da mulher de escolher o que fazer com o seu corpo, grupo esse, representado pelos movimentos feministas. De outro lado, grupos religiosos que condenam à prática abortiva, garantindo o DIREITO à vida.
Sabemos que no Brasil o aborto é crime e só tem exceções para os casos de estupro e risco de vida/saúde da mulher.
A coluna Liberdade de expressão convidou o Pastor Delson Andrades da Rosa para comentar.
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L.E -Diante das polêmicas levantadas nos últimos dias sobre a possibilidade de legalização do aborto no Brasil, podemos observar que a Bíblia não dá espaço para a discussão do tema. Por isso, entre os evangélicos, quase a totalidade das pessoas posiciona-se contra a prática. Qual a sua posição diante disso?
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Pr- Minha posição não poderia ser diferente daquela que rege nossa forma de viver e pensar. A Palavra de Deus condena o infanticídio, seja ele em que estágio estiver. Infelizmente o que as pessoas querem é neutralizar sua responsabilidade diante de Deus e da sociedade.
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L.E - Passou na televisão uma propaganda de evangélicos, falando sobre o aborto. E a mulher da propaganda falava: A MULHER FAZ O QUE QUISER COM O CORPO DELA. ELA PODEABORTAR! Seria um inicio de mudança de conceito?
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Pr- Tudo que o homem mais quer é liberdade para consumar as ações de sua natureza pecaminosa. “A mulher faz o que quiser com o seu corpo.” Essa expressão traduz claramente a tendência do homem de se distanciar de Deus e procurar viver como se Ele não existisse. Mesmo sendo a declaração de uma pessoa que se diz Cristã, não dá a ela a autoridade de se pronunciar em nome dos demais e de mudar o que está determinado por Deus.




L.E - Do ponto de vista científico se questiona as razões pró-aborto para a eliminação do embrião ou do feto quando se é diagnosticado a sua má formação. Neste caso é válida a sua retirada?
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Pr - Em caso nenhum se justificará a interrupção da vida. Pode parecer um tanto radical, mas ninguém tem o direito de interromper o ciclo natural da vida. Com o avanço da ciência, certamente tem-se conseguido diagnosticar doenças e má formação do feto. Isso é sem dúvida é um crescimento da sabedoria humana que, de maneira nenhuma anula a responsabilidade do ser humano legislar sobre quem deve ou não vir a este mundo. Não estamos aqui para selecionar quem vai viver, ou quem vai morrer. Estamos aqui para aceitar a vida, e seja ela de que jeito for, é vida, e isso não é assunto de nosso domínio. Podemos ter o conhecimento destes fatos através da ciência, só não podemos mudar os fatos em nome da ciência.
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L.E - Cada vez mais meninas de baixa renda, marginalizadas, desescolarizadas; se prostituem mais cedo; ou no mínimo entram para vida sexual mais cedo e engravidando periodicamente e com isso contribui para o aumento do índice de aborto no Brasil. O senhor acha que as igrejas evangélicas de um modo geral exercem um trabalho eficiente para diminuir esse aumento?
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Pr -A Palavra de Deus por si só já previne toda essa parafernália da promiscuidade. Mas a igreja de um modo geral não tem sido muito feliz quando se esbarra com esses assuntos. O chamado “tabu”, ainda domina a mente de muitos líderes. Os líderes, pastores, seja como for, é um formador de opinião e tem que fazer seu papel. Hoje com a informação que temos, os recursos que possuímos é inadmissível que não se trate deste assunto dentro de nossas comunidades. Tenho em mente que poderíamos contribuir mais com informações, palestras, orientação para os pais e formação de líderes capacitados para lidar com essa questão.
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L.E - Mesmo os pais evangélicos que passam a vida dentro de uma igreja não estão livres de tal fato, pode acontecer dentro de sua própria casa. Se isso vier acontecer à igreja deve ter uma decisão diferenciada?
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Pr - Ninguém está livre de nada neste mundo. Não há como se blindar para nãos ser atingido. A individualidade é um assunto muito bem tratado por Deus acerca de nossa existência. Podemos mudar o curso de nossas vidas com atitudes positivas, e autodisciplina, e mesmo assim, não temos nenhuma gerência na vida do outro igual. Mesmo sendo nós responsáveis pela vida que trazemos a existência, não somos habilitados a ponto de fazer com que esta vida exista dentro dos moldes que queremos, ou até que achamos conveniente. Com a baixa do padrão moral, cada vez mais vamos presenciando a queda da já combalida família. Aí que entra o diferencial que a igreja pode exercer com os que ali se refugiam. Neste momento de crise e dor, o papel da igreja é de amenizar o sofrimento e apoiar a família para reintegração do membro afetado. Mas a realidade é outra. O olhar, as atitudes, os gestos, são em geral percebidos em alguns que se consideram superiores em meio toda essa complexidade que se chama vida. Somos um corpo, e quando um membro se enferma só queremos tratá-lo para que todo o corpo não seja afetado, queremos recuperar e não amputar uma parte de nós mesmos. O tratamento que a igreja deve dispensar a estes quando estiverem passando por essa provação é o mesmo que se deve prestar em qualquer ocasião “Amar”. Quero deixar um comentário aqui, é que tem pessoas que não amam e quando manifestamos gestos de amor somos tidos por eles como fracos, sem pulso, sem liderança. Essas pessoas são incapazes de desenvolver atitudes de amor, só não podem nos impedir de amar.
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L.E - Liberdade de Expressão abre esse espaço para o senhor fazer um resumo para sua igreja sobre o tema ABORTO.
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Pr - Não existem desculpas para o erro. Aborto é erro, seja em que modalidade for. Má formação do feto, gravidez indesejada, estupro, e outras. Temos que ser cidadãos conscientes com nossas responsabilidades diante de um Deus que nos pedirá conta de todas as nossas atitudes. Sei que mulheres que passam por um sofrimento físico e psicológico como um estupro é realmente difícil levar a cabo uma gravidez proveniente deste ato tão vil, mas também sei que poderão fazê-lo e depois tomar decisões acerca do destino da vida que não tem nenhuma culpa do erro de seu genitor. Sei que mães querem seus filhos perfeitos e sadios, mas também sei que o amor delas é capaz de aceitar o especial, afinal de contas mãe também é especial. Seja como for, de que jeito for, ninguém, nenhuma lei é capaz de mudar aquilo que já foi determinado por Deus. Aborto não!

MIssões News

Culto é invadido por extremistas hindus

India - A agência International Christian Concern (ICC) foi informada que extremistas hindus atacaram cristãos durante o culto de domingo, dia 10 de janeiro, em Hyderabad, Índia.Supostos integrantes do grupo Bajrang Dal invadiram o culto da igreja Glória do Céu e atacaram os cristãos presentes no culto. Cerca de oito cristãos ficaram levemente feridos.Os extremistas também alertaram o pastor e membros da igreja a pararem de pregar na área, ou enfrentariam graves consequências.As vítimas registraram uma queixa na delegacia de L.B. Nagar, e os policiais foram imediatamente para a igreja. Todos os envolvidos foram chamados à delegacia na segunda-feira, 11 de janeiro, em que o inspetor sugeriu uma reunião com o líder do vilarejo para resolver a tensão entre os dois grupos.Após a reunião, os líderes cristãos expressaram sua preocupação quanto a futuros ataques.
Tradução: Missão Portas Abertas
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Liberdade religiosa: uma bandeira ausente no cenário mundial

BRASIL - A imprensa nacional tem dado grande destaque ao interesse do Brasil, via Itamaraty, em assumir um papel de protagonista no Oriente Médio, mediando negociações de paz entre Israel e Palestina e interferindo nas negociações nucleares com o Irã.O tema tem gerado muita controvérsia e não faltam opiniões favoráveis e contrárias às pretensões diplomáticas brasileiras. Sem desprezar a importância do desarmamento nuclear para a humanidade, é interessante imaginar que esforços semelhantes poderiam ser feitos pelos governos dos países chamados “democráticos” junto aos governantes de países em que a liberdade religiosa é sistematicamente desrespeitada. Como, aliás, é o caso do Irã – e da Coreia do Norte, Índia, Paquistão e outros que se destacam quando o assunto são as ameaças nucleares e também no quesito perseguição religiosa.Possivelmente, a maioria dos cristãos brasileiros se sentiria orgulhosa ao ver nossos líderes nacionais chamando a atenção de líderes iranianos e norte-coreanos para a necessidade de que se respeitem os direitos de seus cidadãos, permitindo-lhes professar livremente sua religião; confrontando líderes indianos e paquistaneses para que protejam as minorias religiosas. Um chamado para a Igreja LivreSeria realmente um motivo de grande alegria se isso acontecesse. Mas não é aconselhável esperar que isso se torne realidade para que algo seja feito em favor dos irmãos em Cristo que sofrem por causa da fé. Os cristãos da Igreja Livre são a única voz com que os cristãos perseguidos podem contar. Cada pessoa que se entende como parte do Corpo de Cristo é chamada a “chorar com os que choram”, a “levar as cargas uns dos outros”, enfim, a colocar-se ao lado dos que sofrem injustiças e suportam maus tratos por amor a Cristo.Se cada cristão livre fizesse a sua parte, não seria utópico imaginar que, ao lado das nobres causas do desarmamento nuclear e da paz no Oriente Médio, a Igreja faria tremular também a bandeira da liberdade religiosa para todos.
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Pastora e filha são assassinadas

FILIPINAS - Três meses após o massacre de mais de 20 jornalistas cristãos em uma ilha na região das Filipinas, uma pastora e sua filha de 12 anos foram brutalmente assassinadas por homens não identificados em Datu Odin Sinsuat, Manguindanao, no dia 3 de fevereiro de 2010.De acordo com o delegado Ronaldo Patricio, Juliet Catalan, 50, uma pastora do grupo de igrejas Born Again, foi encontrada nos fundos de sua casa, com diversos ferimentos na cabeça e corpo.Patricio e Datu Odin Sinsuat, o chefe de polícia, disse que a filha de Catalan, Chelle, foi encontrada morta na sala.Enquanto isso, o periódico Philippine Daily relatou que os dois assassinatos ocorreram por volta das 21h, quando os vizinhos avisaram a polícia sobre o que descreveram ser “gritos incomuns” dentro da casa de Catalan, em Barangay Dinaig.Patricio disse que não há indícios de arrombamento, então a polícia acredita que as vítimas conheciam o(s) criminoso(s).Com base nos ferimentos das vítimas, a polícia afirma que a arma do crime foi um machado.Na parte de trás da casa está localizada a capela da igreja Born Again, para onde, aparentemente, a pastora estava indo orar.“Ela foi encontrada perto da capela”, afirmou Patricio, indicando que ela correu para lá durante o ataque.Os pertences pessoais estavam despedaçados dentro da casa, então a polícia desenvolveu a teoria de que os suspeitos procuravam alguma coisa.Essa região da ilha tem o maior número de incidentes de cristãos perseguidos que realizam algum trabalho missionário. Também é nessa região que um suspeito explodiu uma granada enquanto visitava missionários cristãos de MV Doulos. Há também relatos de sequestros de pastores e missionários.
Tradução: Missão Portas Abertas
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Haiti e EUA discutem futuro de missionários presos
HAITI - Dez missionários batistas americanos foram acusados de retirar ilegalmente 33 crianças do Haiti e por isso o destino deles está em discussão pelos governos dos EUA e daquele país caribenho, conforme anunciou a secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton. A notícia foi publicada em vários sites na semana passada. As autoridades do Haiti irão decidir essa semana se processarão ou não os missionários, detidos na sexta-feira, dia 29/01. A detenção aconteceu na fronteira com a República Dominicana, quando o grupo de crianças estava em um ônibus com os missionários. Os missionários apresentaram as crianças como sendo órfãs do terremoto.Segundo o site da agência de notícias Reuters, a secretária americana disse que Washington mantém "discussões com o governo haitiano sobre a disposição apropriada do caso deles". Os missionários negam veementemente as acusações de tráfico infantil, e dizem que sua intenção era apenas ajudar as crianças.Os missionários do Idaho não tinham documentos autorizando-os a retirar as crianças do país. O advogado dos missionários, que é haitiano, afirmou que seus clientes "foram vítimas de um golpe" promovido por um pastor local, que lhes contou que seu orfanato havia sido destruído e que não tinha mais como manter as 33 crianças. O site traz a declaração do advogado de defesa afirmando que os missionários americanos foram ingênuos e que não tinham idéia do que estavam fazendo. “Eles agiram de boa fé”, afirmou o advogado, Edwin Coq.

Informe Betel


MISSÕES EM PORTUGAL




Missões, acertou uma parceria com os missionários Pr.Eduardo Carlos Prado e sua esposa Ivone de Paiva Prado, que fazem missões em Mora, Portugal, com isso a nossa igreja finca a sua bandeira em terra Portuguesas.

Os missionários estão em Portugal, desde 1994, eles assumiram um compromisso com o SENHOR de depender somente dEle,e até hoje Ele tem sido fiel!

.O sustento financeiro é formado pela aposentadoria (INSS), mais as participações da Igreja (Fluminense), da PIB-Trindade de SGonçalo-RJ, e da II IEC de Belo Jardim-PB. E agora pela Congregacional de Curicica.

Os missionários Pr.Eduardo e sua esposa Ivone Prado, formaram um grupo base de crentes de quatro nacionalidades: portugueses e brasileiros, que residem em Mora, e romenos e holandeses que residem no Lavre (que fica mas de 40 km de Mora).

os cultos são realizados, a cada domingo, em casa de uma das quatro famílias, de forma 'rotativa'.








Vamos conhecer um pouco do grupo.
Na foto, em pé, da esquerda para a direita: Cosmin e Lúcia (romenos), Judite (portuguesa), Victor e Bia (portugueses), Ivone e Eduardo (brasileiros), João e Elizabeth (holandeses); ajoelhadas, da esquerda para a direita: Débora (14), filha de Victor e Bia, Ana Rita (14), fiha da Judite, e Dª Antónia Rita, todas portuguesas. A única 'carinha' que faltou foi a da Sílvia (19), filha mais velha de Victor e Bia.
Eles pedem para que a nossa igreja fiquem em orações por eles.
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O blog informa que nesse mes de fevereiro, vamos ficar devendo as fotos de "você no culto".
Mas no mes de março estaremos de volta com todas as fotos.

Agenda


  • Dia 14/02/2010 - Culto de Missões - Preletor Presb. Cláudio Carvalhaes
  • Convide um amigo
  • Não deixe de levar seu quilo para Ação Social, sua ajuda é muito importante.

Seja sempre bem vindo



Diretoria de Missões

Pres. IECC - Delson Andrades da Rosa

Presidente Missões - Andréia Martins

Vice-presidente - Eliane Matos

Tesoureiro - Ricardo Borges

1º Secretário - Ronaldo Mattos

Edição do Blog - Ricardo Borges

Edição Geral - Adriana Borges

Rua Aristeu, lote 14 quadra 15
Curicica - Jacarepagua - Rio de Janeiro
Cep - 22780-792
Tel. 21-24410278