Culto em residência é interrompido e líderes são presos
CHINA - Policiais do Escritório de Segurança Pública na região de Aksu, invadiram a casa de um cristão chinês han, interromperam o culto e prenderam 14 cristãos. Eles foram escoltados pela polícia para a delegacia de Aksu, onde ficaram presos por 12 horas. Todos foram interrogados por realizarem “reuniões religiosas ilegais”.Na manhã de 8 de janeiro, 11 dos 14 cristãos foram soltos, sendo que os líderes Yang Tianlu, He Sujin e seu filho, He Guangyuan, continuaram presos. Yang Tianlu já havia sido preso, torturado e interrogado juntamente com outros 30 líderes cristãos em abril de 2007.
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Mais de 100 jovens cristãos são presos na última semana
EGITO - Mais de 100 adolescentes cristãos coptas foram presos pelas forças de segurança no Egito, no que a comunidade cristã considera uma pressão do governo para subestimar os recentes tiroteios que se tornaram manchetes internacionais. Desde a semana passada, integrantes da Segurança de Estado do Egito foram até as casas de famílias cristãs e prenderam jovens coptas. De acordo com fontes locais, o número de jovens que receberam um mandado de prisão ultrapassou 100 pessoas.Um professor de Nag Hammadi, Anwar Samuel, disse que os oficiais da Segurança foram até a casa dele por volta das 4h em busca de seu sobrinho Mohareb, que estava no Kuweit.Depois de descobrir que Mohareb não estava lá, eles “prenderam meus outros sobrinhos, Fadi, Tanios e Wael Milad Samuel, ainda de pijamas”.De acordo com Anwar, seus sobrinhos receberam choques elétricos.As autoridades enganaram os adolescentes cristãos dizendo que o bispo Kirollos, de Nag Hammadi, queria que eles fossem para outro lugar, por segurança.A comunidade copta disse que a Segurança do Estado utilizou diversas táticas, incluindo prisões, para forçar os cristãos a se “reconciliar” com os criminosos. O processo de “reconciliação” não passa de uma maneira de forçar as vítimas a deixar de lado seus direitos de registrar queixas na polícia.Devido à atenção internacional dada ao tiroteio em Nag Hammadi, que matou seis pessoas, o governo tem pressionado muito a igreja e os coptas para que aceitem a “reconciliação”.
Tradução: Missão Portas Abertas
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Cristãos perseguidos: e se fosse você?
BRASIL - No ano de 2009, tivemos a oportunidade de acompanhar, juntos, muitas histórias de nossos irmãos perseguidos. Acompanhamos as agressões, as mortes, a tristeza, as prisões. Mas também acompanhamos as libertações, e a provisão de Deus na vida de muitos. Você fez parte de tudo isso. Com sua oração, doação e apoio, tornamos possíveis todos os projetos de ajuda aos cristãos perseguidos que nos foram propostos. Durante o ano de 2009, conseguimos entender mais fielmente o sentido de “Corpo de Cristo”, em que “quando um membro sofre, todos sofrem com ele”. Deus nos deu, aqui no Brasil, a oportunidade de podermos louvá-lo e cultuá-lo em liberdade, e desfrutamos dessa alegria para proclamar a causa daqueles que são privados desse privilégio. Perguntamos “Cristãos perseguidos. Você se importa?” e muitos brasileiros demonstraram que sim através de ações que refletiram diretamente na vida de nossos irmãos, e louvamos a Deus por isso. A Missão Portas Abertas também passou por uma mudança, a de Secretário geral, e agora estamos iniciando outra fase, crendo que Deus sempre está no controle de tudo. Somos gratos a Deus por sua cooperação e apoio durante todo o ano que passou, e esperamos poder contar com sua parceira durante o ano de 2010 também. Depois de tudo que vimos e realizamos em 2009, levantamos novamente uma pergunta que esperamos que mobilize milhares de cristãos livres a agir em favor da Igreja Perseguida.
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Governo permite uso da palavra "Alá" por não muçulmanos
MALÁSIA - O governo da Malásia irá apelar da decisão do Supremo Tribunal, que autoriza o periódico Catholic Herald a utilizar a palavra Alá. O poder Executivo disse para os fieis ficarem calmos, quando declarou que a palavra “Alá” era somente para muçulmanos. Lawrence Andrew, editor do periódico, afirmou que não há intenção proselitista, mas sim de assegurar o respeito “pelo direito à liberdade religiosa e de pensamento garantidas pela Constituição”.No dia 31 de dezembro, os juízes – após uma longa batalha dos cristãos – concordaram que o termo poderia ser usado em malaio (idioma oficial) como uma referência a Deus, também pelos não muçulmanos. Outra decisão do executivo, divulgada por meio de Jamil Khir Johari, afirma que “é importante proteger o uso da palavra” e evitar “insultos e abusos”. Ele prometeu tomar “todas as medidas legais necessárias, seguindo a constituição”, para que a decisão do governo seja cumprida.Lawrence Andrew, editor do Herald, reafirma a garantia de liberdade de expressão e de religião sob a Constituição, e diz que a decisão do governo afirma que os católicos têm “o direito constitucional” de usar a palavra “Alá”.Logo após a decisão ser divulgada, o site do jornal foi atacado por hackers.No editorial da edição seguinte, Lawrence disse que os fieis usam a palavra Alá há muito tempo. Ele acrescenta que “um dos primeiros dicionários impressos em malaio, em 1631, continha a palavra Alá”. “A publicação está de acordo com a liberdade garantida na Constituição” no que se refere à liberdade de expressão, pensamento e religião. “Agradecemos a todos que nos apoiaram em todas as ocasiões”.
Tradução: Missão Portas Abertas
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Jovem cristã universitária é sequestrada por grupo islâmico
IRAQUE - Uma jovem cristã foi raptada por um grupo islâmico enquanto estava na universidade. A garota, Sarah Edmond Youhanna, frequentava o primeiro ano do curso de Educação na Universidade de Mosul. O sequestro aconteceu no dia 28 de dezembro. Os sequestradores telefonaram para a família da jovem e disseram ser membros de um grupo islâmico. A polícia abriu uma investigação e prendeu alguns alunos.O acontecimento causou pânico entre as muitas jovens cristãs que frequentam a universidade. Anteriormente, grupos islâmicos atacaram diversas universitárias, derramando ácido nelas porque estavam de maquiagem e não usavam o véu. Nos últimos dois meses em Mosul, quatro igrejas e um convento foram alvos de ataques, muitas casas de cristãos e muçulmanos foram destruídas. Cinco cristãos foram mortos e outros foram vítimas de sequestro. De acordo com as autoridades cristãs, tais ataques são parte de uma “limpeza étnica” contra a comunidade cristã no Iraque.As fontes da AsiaNews confirmam que todos esses ataques e sequestros são um “alerta” para forçar um êxodo em massa dos cristãos. “As famílias que foram para o Norte, no Curdistão, não têm emprego ou perspectivas de vida. A comunidade cristã está destinada a morrer.”
Tradução: Missão Portas Abertas
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