
Cinco missionárias são expulsas do país por evangelizar
MARROCOS - 01/04/09 - Cinco missionárias européias foram expulsas do Marrocos por tentar converter muçulmanos nativos ao cristianismo. As cinco mulheres foram colocadas em um barco e enviadas para a Espanha – o país de origem de quatro delas. A outra é alemã. O Marrocos se orgulha de sua tolerância religiosa, mas além desse fato, também tem pressionado muçulmanos xiitas nas últimas semanas. É contra a Lei tentar converter muçulmanos marroquinos a outras religiões, e o ministro de assuntos internos disse que as cinco missionárias foram presas em flagrante. Foram encontradas gravações em árabe com registros de quando a polícia invadiu a reunião em que elas estavam, descrita como evangélica. Nos últimos anos, cristãos foram condenados por organizarem reuniões religiosas ilegais e ofensas parecidas na Argélia. Os grupos de direitos humanos protestaram contra as últimas séries de acontecimentos promovendo a forma xiita do islã. O Marrocos é praticamente todo sunita. O reino cortou as relações diplomáticas com o Irã no início desse mês, e acusou a embaixada iraniana de tentar converter marroquinos em xiitas. Uma escola foi fechada e há relatos de livros e CDs que foram confiscados. As autoridades marroquinas estão inflexíveis, afirmando que não há nenhuma ligação entre esses acontecimentos e a expulsão das cinco cristãs, mas uma fonte afirmam que isso não está convencendo a todos.
MARROCOS - 01/04/09 - Cinco missionárias européias foram expulsas do Marrocos por tentar converter muçulmanos nativos ao cristianismo. As cinco mulheres foram colocadas em um barco e enviadas para a Espanha – o país de origem de quatro delas. A outra é alemã. O Marrocos se orgulha de sua tolerância religiosa, mas além desse fato, também tem pressionado muçulmanos xiitas nas últimas semanas. É contra a Lei tentar converter muçulmanos marroquinos a outras religiões, e o ministro de assuntos internos disse que as cinco missionárias foram presas em flagrante. Foram encontradas gravações em árabe com registros de quando a polícia invadiu a reunião em que elas estavam, descrita como evangélica. Nos últimos anos, cristãos foram condenados por organizarem reuniões religiosas ilegais e ofensas parecidas na Argélia. Os grupos de direitos humanos protestaram contra as últimas séries de acontecimentos promovendo a forma xiita do islã. O Marrocos é praticamente todo sunita. O reino cortou as relações diplomáticas com o Irã no início desse mês, e acusou a embaixada iraniana de tentar converter marroquinos em xiitas. Uma escola foi fechada e há relatos de livros e CDs que foram confiscados. As autoridades marroquinas estão inflexíveis, afirmando que não há nenhuma ligação entre esses acontecimentos e a expulsão das cinco cristãs, mas uma fonte afirmam que isso não está convencendo a todos.
Fonte: BBC news
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Funcionário é suspenso por falar de Deus
INGLATERRA 01/04/09 - Um funcionário de um escritório em Londres foi suspenso do trabalho por quase dois meses por encorajar uma sem-teto com uma doença incurável a procurar ajuda em Deus, depois que os médicos disseram a ela para desistir. De acordo com o Centro Cristão Legal (CLC em inglês), Duke Amachree, 53, funcionário do escritório de prevenção à falta de moradia há mais de 18 anos, foi suspenso em 28 de janeiro por falar de sua fé com um cliente. Em uma entrevista investigativa no final de março, ele recebeu a ordem de não falar sobre religião no trabalho. A CLC disse que além de terem dito para que ele “nunca fale sobre Deus”, também afirmaram que ele não pode nem dizer “Deus te abençoe”. Amachree, membro da Igreja World Evangelism em Londres, foi intimado para um interrogatório como resultado de reclamações feitas por alguém do público. Michael Phillips, advogado que trabalha junto ao CLC, disse: “Em 26 de janeiro, Amachree conheceu uma cliente que seria retirada de sua casa porque o senhorio queria vender a propriedade. Os médicos disseram que ela tinha uma doença incurável, e que por isso só poderia trabalhar meio turno”. “Durante a conversa, Amachree perguntou para a senhora por que acreditava que suas condições eram incuráveis, e com coragem, comentou que algumas vezes os médicos não têm todas as respostas. Ele estava tão preocupado com o desespero e a falta de esperança da senhora, que sugeriu que ela colocasse sua confiança em Deus. No entanto, a mulher explicou que já havia tentado a religião, e que por não ter nenhuma fé, estava satisfeita com o que os médicos disseram, e pronta para seguir em frente. Ela sorriu, agradeceu e foi embora.” O CLC afirma que dois dias depois, entregaram uma carta para o senhor Amachree, informando que uma cliente (a senhora) tinha feito sérias acusações contra ele, e por isso, foi suspenso. O senhor Phillips, que estava presente na reunião, acrescentou: “Em 17 de março, os funcionários de Amachree disseram que ‘Deus deveria ser mantido do lado de fora do ambiente de trabalho’. Ele foi acusado de ultrapassar os limites”. Amachree está processando o escritório. Ele alega que a decisão de suspendê-lo “privatiza” a fé cristã e vai contra os direitos humanos. Os advogados aguardam o resultado da investigação.
INGLATERRA 01/04/09 - Um funcionário de um escritório em Londres foi suspenso do trabalho por quase dois meses por encorajar uma sem-teto com uma doença incurável a procurar ajuda em Deus, depois que os médicos disseram a ela para desistir. De acordo com o Centro Cristão Legal (CLC em inglês), Duke Amachree, 53, funcionário do escritório de prevenção à falta de moradia há mais de 18 anos, foi suspenso em 28 de janeiro por falar de sua fé com um cliente. Em uma entrevista investigativa no final de março, ele recebeu a ordem de não falar sobre religião no trabalho. A CLC disse que além de terem dito para que ele “nunca fale sobre Deus”, também afirmaram que ele não pode nem dizer “Deus te abençoe”. Amachree, membro da Igreja World Evangelism em Londres, foi intimado para um interrogatório como resultado de reclamações feitas por alguém do público. Michael Phillips, advogado que trabalha junto ao CLC, disse: “Em 26 de janeiro, Amachree conheceu uma cliente que seria retirada de sua casa porque o senhorio queria vender a propriedade. Os médicos disseram que ela tinha uma doença incurável, e que por isso só poderia trabalhar meio turno”. “Durante a conversa, Amachree perguntou para a senhora por que acreditava que suas condições eram incuráveis, e com coragem, comentou que algumas vezes os médicos não têm todas as respostas. Ele estava tão preocupado com o desespero e a falta de esperança da senhora, que sugeriu que ela colocasse sua confiança em Deus. No entanto, a mulher explicou que já havia tentado a religião, e que por não ter nenhuma fé, estava satisfeita com o que os médicos disseram, e pronta para seguir em frente. Ela sorriu, agradeceu e foi embora.” O CLC afirma que dois dias depois, entregaram uma carta para o senhor Amachree, informando que uma cliente (a senhora) tinha feito sérias acusações contra ele, e por isso, foi suspenso. O senhor Phillips, que estava presente na reunião, acrescentou: “Em 17 de março, os funcionários de Amachree disseram que ‘Deus deveria ser mantido do lado de fora do ambiente de trabalho’. Ele foi acusado de ultrapassar os limites”. Amachree está processando o escritório. Ele alega que a decisão de suspendê-lo “privatiza” a fé cristã e vai contra os direitos humanos. Os advogados aguardam o resultado da investigação.
* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
Fonte: ANS
Fonte: ANS
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Mulher é agredida e expulsa de casa por ser cristã
SUDÃO 17/04/09 - Quando Halima Bubkier da cidade de Sinar se converteu do islamismo para o cristianismo no ano passado, seu marido aceitou sem nenhum problema. “Depois de assistir o filme ‘Jesus’, senti que precisava de uma mudança em minha vida sem esperança e sem sentido”, disse a mãe de 35 anos. “Eu vivi uma vida de alcoolismo e falta de controle, então, tentei o cristianismo e ele funcionou para mim. Eu compartilhei essa visão com meu marido, e ele me apoiou e permitiu que frequentasse os cultos.” As notícias de sua conversão se espalharam rapidamente, e no dia 14 de setembro ela ficou frente a frente com extremistas que sentiram que sua conversão era um ato de traição. Algumas semanas depois, durante os banquetes do Ramadã, os islamistas proibiram que seu marido participasse das refeições por causa da fé dela. “Meu marido foi totalmente rejeitado pelos colegas. Eles se recusaram a comer a comida que eu havia feito para ele, dizendo que muçulmanos não podem comer alimentos feitos por infieis”, disse ela. Bubkier disse que nunca imaginava que sua mudança de fé iria provocar essa prova. “Ele estava tão bravo que jogou uma cadeira em mim, e feriu minhas costas. Como se isso não fosse o suficiente, ele retirou todos os pertences dele de dentro da casa e a incendiou. Depois de perder tudo o que eu tinha, ele me expulsou”, conta. Ela decidiu se refugiar com seu irmão mais velho, Nur Bubkier, que, quando soube da conversão de Halima a agrediu e tentou esfaqueá-la. Maria Mohamud e um diácono da Igreja de Cristo no Sudão conseguiram resgatá-la, mas Halima Bubkier ficou presa na delegacia por três dias, sob as acusações de “desrespeito ao islã”. Durante esse período, Mohamud cuidou de seu filho de 2 anos. Depois dos três dias, ela esperava ser julgada. “Antes de minha audiência, um pastor copta [identificado apenas como Sheed], soube do meu caso e conversou com um policial, afirmando que, de acordo com a lei, ninguém deve ser preso por causa da religião. Então, fui solta.” Bubkier deixou seus filhos de 6 e 8 anos com seu marido, que parece ter casado com outra mulher. Ela disse que apesar de estar muito preocupada com a segurança de seus filhos, ao menos está escondida e seu marido não sabe onde ela está. “Esperava que meu marido apreciasse minha mudança positiva, mas ao invés disso, ele respondeu negativamente. De fato há algo errado com o islã, em que o bem é recompensado com o mal”, diz Halima. “Mas eu me sinto normal. Agora eu tenho uma vida melhor para viver. Estava perdida na escuridão. Deixe que Deus perdoe todos aqueles que me prejudicaram. Eu sei que não posso voltar atrás.”
Fonte: Portas Abertas
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