quarta-feira, 16 de dezembro de 2009













MISSÕES NEWS

Cristãos perseguidos: e se fosse você?

BRASIL - No ano de 2009, tivemos a oportunidade de acompanhar, juntos, muitas histórias de nossos irmãos perseguidos. Acompanhamos as agressões, as mortes, a tristeza, as prisões. Mas também acompanhamos as libertações, e a provisão de Deus na vida de muitos. Você fez parte de tudo isso. Com sua oração, doação e apoio, tornamos possíveis todos os projetos de ajuda aos cristãos perseguidos que nos foram propostos. Durante o ano de 2009, conseguimos entender mais fielmente o sentido de “Corpo de Cristo”, em que “quando um membro sofre, todos sofrem com ele”. Deus nos deu, aqui no Brasil, a oportunidade de podermos louvá-lo e cultuá-lo em liberdade, e desfrutamos dessa alegria para proclamar a causa daqueles que são privados desse privilégio. Perguntamos “Cristãos perseguidos. Você se importa?” e muitos brasileiros demonstraram que sim através de ações que refletiram diretamente na vida de nossos irmãos, e louvamos a Deus por isso. A Missão Portas Abertas também passou por uma mudança, a de Secretário geral, e agora estamos iniciando outra fase, crendo que Deus sempre está no controle de tudo. Somos gratos a Deus por sua cooperação e apoio durante todo o ano que passou, e esperamos poder contar com sua parceira durante o ano de 2010 também. Depois de tudo que vimos e realizamos em 2009, levantamos novamente uma pergunta que esperamos que mobilize milhares de cristãos livres a agir em favor da Igreja Perseguida.
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Governo permite uso da palavra "Alá" por não muçulmanos
MALÁSIA - O governo da Malásia irá apelar da decisão do Supremo Tribunal, que autoriza o periódico Catholic Herald a utilizar a palavra Alá. O poder Executivo disse para os fieis ficarem calmos, quando declarou que a palavra “Alá” era somente para muçulmanos. Lawrence Andrew, editor do periódico, afirmou que não há intenção proselitista, mas sim de assegurar o respeito “pelo direito à liberdade religiosa e de pensamento garantidas pela Constituição”.No dia 31 de dezembro, os juízes – após uma longa batalha dos cristãos – concordaram que o termo poderia ser usado em malaio (idioma oficial) como uma referência a Deus, também pelos não muçulmanos. Outra decisão do executivo, divulgada por meio de Jamil Khir Johari, afirma que “é importante proteger o uso da palavra” e evitar “insultos e abusos”. Ele prometeu tomar “todas as medidas legais necessárias, seguindo a constituição”, para que a decisão do governo seja cumprida.Lawrence Andrew, editor do Herald, reafirma a garantia de liberdade de expressão e de religião sob a Constituição, e diz que a decisão do governo afirma que os católicos têm “o direito constitucional” de usar a palavra “Alá”.Logo após a decisão ser divulgada, o site do jornal foi atacado por hackers.No editorial da edição seguinte, Lawrence disse que os fieis usam a palavra Alá há muito tempo. Ele acrescenta que “um dos primeiros dicionários impressos em malaio, em 1631, continha a palavra Alá”. “A publicação está de acordo com a liberdade garantida na Constituição” no que se refere à liberdade de expressão, pensamento e religião. “Agradecemos a todos que nos apoiaram em todas as ocasiões”.

Tradução: Missão Portas Abertas
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Jovem cristã universitária é sequestrada por grupo islâmico

IRAQUE - Uma jovem cristã foi raptada por um grupo islâmico enquanto estava na universidade. A garota, Sarah Edmond Youhanna, frequentava o primeiro ano do curso de Educação na Universidade de Mosul. O sequestro aconteceu no dia 28 de dezembro. Os sequestradores telefonaram para a família da jovem e disseram ser membros de um grupo islâmico. A polícia abriu uma investigação e prendeu alguns alunos.O acontecimento causou pânico entre as muitas jovens cristãs que frequentam a universidade. Anteriormente, grupos islâmicos atacaram diversas universitárias, derramando ácido nelas porque estavam de maquiagem e não usavam o véu. Nos últimos dois meses em Mosul, quatro igrejas e um convento foram alvos de ataques, muitas casas de cristãos e muçulmanos foram destruídas. Cinco cristãos foram mortos e outros foram vítimas de sequestro. De acordo com as autoridades cristãs, tais ataques são parte de uma “limpeza étnica” contra a comunidade cristã no Iraque.As fontes da AsiaNews confirmam que todos esses ataques e sequestros são um “alerta” para forçar um êxodo em massa dos cristãos. “As famílias que foram para o Norte, no Curdistão, não têm emprego ou perspectivas de vida. A comunidade cristã está destinada a morrer.”

Tradução: Missão Portas Abertas
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Muçulmanos impedem celebração de Natal

ARGÉLIA - Cerca de 50 muçulmanos de uma comunidade no norte da Argélia proibiu os cristãos de realizar um culto de Natal no sábado, dia 26 de dezembro, para protestar a construção de um novo templo na vizinhança. Enquanto os cristãos se reuniam para o culto semanal e para a celebração de Natal naquela manhã, eles foram confrontados por manifestantes, que barravam a entrada do templo. A igreja Tafat está localizada em Tizi-Ouzou, uma cidade a 100 km da capital da Argélia, Algiers. Fundada a cinco anos atrás, a congregação pertence à igreja Protestante da Argélia (EPA). Em novembro, foi aberta em um novo local, para acomodar seus mais de 350 membros. Os moradores que protestavam ficaram particularmente irritados quando souberam que muitos visitantes de outras áreas estavam indo até o novo templo. Um jornal local afirmou que os moradores temiam que seus jovens fossem seduzidos para a igreja por promessas de dinheiro e celulares. “Essa terra pertence ao islã! Orem em outro lugar!”, disse um dos manifestantes, que também ameaçaram matar o pastor. Eles permaneceram na frente da igreja até segunda-feira, 28 de dezembro, quando alguns deles invadiram o templo e roubaram os microfones e alto-falantes, de acordo com o pastor, Mustafa Krireche. Até o dia 30 de dezembro, a igreja estava sem energia elétrica. Um dos líderes cristãos do país, Youssef Ourahmane, disse que não conseguia se recordar de uma agressão como essa contra os cristãos. “Foi chocante, e foi a primeira vez, que eu me lembre, que isso aconteceu”, disse Youssef. “E não havia somente poucas pessoas. Era um grupo de 50. Esse é um número muito grande. O que aconteceu no sábado foi algo incomum para a Argélia e para os cristãos também.” Algumas semanas antes do incidente de sábado, os moradores assinaram uma petição porque não queriam que a igreja estivesse perto de suas casas, e queriam que ela fosse fechada. As autoridades locais apresentaram o documento para a igreja, mas Ourahmane disse que a comunidade, que tem autorização para cultuar, não planeja responder. No sábado, os líderes da igreja chamaram a polícia, que chegou à cena do crime e mandou os cristãos saírem da área para que eles pudessem conversar com os manifestantes. Um muçulmano local afirmou: “O que está acontecendo aqui é uma vergonha e uma ofensa para os muçulmanos. Vimos uma mulher beijar uma cruz. Eles poderiam oferecer dinheiro ou celulares para os jovens, para conquistar sua confiança e simpatia. Não permitiremos que eles pratiquem sua religião, mesmo se tiverem autorização. Há uma mesquita para aqueles que quiserem orar para Deus. Essa terra pertence ao islã!”.

Tradução: Missão Portas Abertas






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